· Bacia do Reino Laire (Congo), habitada por grupos: Bantos, Bocongos, Quicongos, Cassanjes, Lubas, Lundas, Ambundos, Imbangalas, etc.
· Século XIV – líder banto, - Nimi-a-Lukeni – atravessou o rio Laire com guerreiros e casou com uma princesa Banto e fundou a cidade Mbanza Congo. (Base da formação do congo).
· Nimi-a-Lukeni assumi o título de Mani Congo (Senhor do congo) e partiu em busca de novas terras.
· Áreas conquistadas foram transformadas em províncias e controlava várias aldeias.
· Mbanza Congo, o Mani Congo, auxiliado por 12 conselheiros controlava tesouros, comércio, recebimentos de impostos e justiça. Ele próprio fazia justiça.
· Viviam de agropecuária
· Cultivavam legumes, verduras e frutas e criavam bovinos, suínos e caprinos.
· Mulheres cuidavam da semeadura até a colheita. Homens abriam clareiras na mata com machados de ferro.
· Artesanato: forjavam o ferro com qual faziam instrumentos de trabalho e armas.
Afonso envia parentes para Lisboa, querendo estreitar suas relações culturais com os portugueses. Ele então percebe que os portugueses só queria duas coisas: escravos e metais preciosos.
Afonso I tenta extrair vantagem sobre o comércio de pessoas, mas percebe ser impossível. Afonso I escreve cartas ao Rei de Portugal falando sobre o tráfico de pessoas, corrupção e ainda diz não ter interesse que lá vive um lugar ou transporte de escravo.
O Rei de Portugal dom João III não responde as cartas de Afonso I. O tráfico de escravos se intensifica, atrai mais comerciantes portugueses e europeus enriquecendo, assim como os congos.
1665, organizam revolta contra o domínio português mas foram vencidos na batalha de Mburila (ambula). Crise se acentua, indo para o declínio, que pode ser atribuído o trafico e ao dispovoamento daí resultante, ao aumento de guerras internas, e alteração do equilíbrio após a chegada de Europeus.
2 (Segundo) “C” – Isadora Andrade, Lara Carolline, Marinna Oliveira e Milena Freitas
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