quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O DOMÍNIO DAS OLIGARQUIAS

O domínio das oligarquias foi um esquema politico-eleitoral do qual as oligarquias exerceram seu poder durante a primeira republica, e que foi arquitetado no governo do presidente campos sales. e que funcionava da seguinte forma, os chefes políticos que eram os coronéis coagiam os eleitores a votarem nos candidatos de sua preferência. e em troca desses votos eles davam aquilo que os eleitores queriam ou seja ou ofereciam coisas variadas como, um par de sapatos ,vaga no hospital ,emprego... esse voto imposto e controlado pelo coronel,e chamado de voto de cabresto. já a politica dos governadores era bem parecida com o voto de cabresto pois tinham as mesmas praticas que era as trocas de favores e corrupção -eleitoral.uniam os coronéis as oligarquias estaduais que eram usadas para para se ligarem ao presidente da reduplica.as oligarquias estaduais ajudavam a eleger deputados e senadores favoráveis ao presidente.este por sua vez retribuía o favor liberando verbas, beneficios, e dando apoio politico a elas.

Relógio

Esse
Relógio pertenceu ao meu avô paterno e agora ele é do meu pai que guarda com muito carinho e estimação porque esse relógio ficou com o meu avô por muito tempo. agora é uma simple lembrança do meu avô que nós deixou.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Guerra de canudos

No final do século XIX, a situação do nordeste brasileiro era muito precária. A população mais carente era a mais afetada, pela fome, seca, violência e abandono político. Juntamente com o fanatismo religioso, toda essa situação desencadeou um problema social muito grave. Este conflito foi iniciado no sertão da Bahia e novembro de 1896, que durou quase um ano, até o dia 5 de outubro de 1897, e pelo fato de ter adquirido grande proporção, o governo da Bahia pediu apoio a república para conter estes movimentos.
O beato conselheiro, homem que passa a ser conhecido após a proclamação da república era quem liderava esse movimento. Ele acreditava que tinha sido enviado por Deus para acabar com diferenças sociais e pecados republicanos. Com todas estas ideias em mente, ele reuniu muitas pessoas que acreditavam que o líder poderia liberta-los dessa situação de extrema pobreza na qual se encontravam.
Essas ideias difundiram-se com o passar do tempo, dessa forma, jagunços passaram a utilizar as mesmas para justificar seus roubos e atitudes que não condiziam com nenhum ensinamento religioso.
Devido a tamanha proporção que se tomou esse conflito, o governo da Bahia pediu ajuda a república, que por sua vez também encontrou dificuldades para combater a guerra. Somente no quarto combate o exército conseguiu combater os “guerreiros”, que buscavam comida. Nesse conflito não foram perdoados idosos, nem mulheres nem crianças.
Este quarto combate aconteceu em 1897. Canudos foi invadido por 6 mil homens e 90 bombas de dinamite, após o combate encontraram quatro sobreviventes que sem julgamento foram executados e o corpo do conselheiro foi decaptado.





Alunos: Igor Martins, Reiner carvalho e Thiago Moreira
3° B


O mali de sindiata keita

Nome:Jose luiz,Lazaro Vitor e Marcelo Barbosa
Turma:2° ano C
Professor : Hélio
Turno:matutino


Sindiata keita e seus guereiros submeteram vários povos da região-como os soninques,os fulas,os ologons e os sossos-formando assim um império com diferente etnias.No comando do império mandinga ,sundiata keita convesteu -se os islanismo e assim o título mansa.Dono de um poder sobera no,Sundiata dividiu o império com provincias ,alguns delas aliadas,como Gana que continuou mantendo automonia relativa,e outra subordinadas a um representante de mansa
O Imperio de Mali 
As historia as imperios de mali chega ate atraves da grists que e conhecidas como,Bililisteas virias
O Império de mali foi constituida pelos mandingas.Os malineses viviam sobre o pode das pares zorrs que pagarem triluits havia de gana mas no final mali releebam e venceram seu primeiros litalls de Kinins (1235) fornares outra anos a imperio de mali
Marmitah: No Mali, o general reformado Amadou Toumani Touré, sem partido, venceu as eleições presidenciais de 2002. Touré, que em 1991 havia deposto o ditador Moussa Traoré e governado o país por quinze meses, era o candidato da oposição
[18h09 06/02/2015] Marmitah: A economia do Mali confina a sua actividade basicamente à área irrigada pelo rio Níger e o país em si está entre os mais pobres países do mundo, com 65% da sua área coberta por deserto ou semi-deserto. Cerca de 10% da população é nómada e cerca de 80% da mão-de-obra dedica-se à agricultura e à pesca. A actividade industrial está concentrada no processamento de produtos agro-pecuários. O Mali é muito dependente da ajuda externa e a sua economia é vulnerável às flutuações dos preços do algodão nos mercados mundiais, a sua exportação principal. Em1997, o governo presseguiu a implementação bem sucedida de um programa de ajustamentos estruturais da economia, recomendado pelo FMI, que tem ajudado a economia a crescer, diversificar-se e atrair investimento estrangeiro. A adesão do Mali às reformas económicas e uma desvalorização de 50% do franco africano em Janeiro de 1994 fizeram aumentar o crescimento económico. Várias empresas multinacionais aumentaram as operações de mineração de ouro no período entre 1996 e1998 e o governo prevê que o Mali se torne num dos principais exportadores de ouro sub-saarianos nos próximos anos.

Hélio Bonifácio. Prof. De História.

O comercio pelo Saara


     O comercio entre os povos negros sahel os do norte africana e da bacia mediterrânica era antiga e incluía ouro, sal (produto escasso no território africano; por isso em alguns pontos da África era tão valioso quanto o ouro) e escravizados
    A escola do comercio de pessoas pelo Saara, no entanto, era incomparavelmente menor do que a que se verificou após a chegada dos europeus ao continente africano                                                                                                                       
    O camelo, animal adaptado ao ambiente do deserto, possibilitou e incentivou o comercio transmarino a partir do século IV, quando passou a ser usado sistematicamente no transporte de mercadonos e pessoas pelo deserto com uso do camelo, o deserto do Saara deixou seu um mar de areia que separava os povos do sável dos povos da bacia mediterrânica, e tornou-se uma ponte que uma as duas regiões
A formação dos impérios Gana e Mali
    A partir do século VII, com a expansão do islamismo os berberes do deserto foram islamizados e, enquanto levaram e traziam suas mercadorias difundiram  o islamismo entre os povos negros da África ocidental foi justamente nessa região que se formaram dois importantes impérios africanos sudaneses o de Gana (século VI ao XIII) e O Mali (séculos XIII ao XV) que apresentaremos a seguir
        



            A importância dos rios
     Os rios permitem que os povos do sahil tivessem agua para suas necessidades básicas e também para fertilizar a terra e cultivar cereais legumes e verduras
     Esses rios também serviam como via de locomoção e transporte em canoas ágeis feitas com troncos de arvores, os povos de sahel transportavam em cargos que chegavam em lombos de camelos dos pertos do mar mediterrâneos ou que para lá seguiam.

Colégio Estadual Serrafim de Carvalho

Alunos: Roberto, Lucas e Cleuber

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

O comercio pelo Saara


     O comercio entre os povos negros sahel os do norte africana e da bacia mediterrânica era antiga e incluía ouro, sal (produto escasso no território africano; por isso em alguns pontos da África era tão valioso quanto o ouro) e escravizados
    A escola do comercio de pessoas pelo Saara, no entanto, era incomparavelmente menor do que a que se verificou após a chegada dos europeus ao continente africano                                                                                                                       
    O camelo, animal adaptado ao ambiente do deserto, possibilitou e incentivou o comercio transmarino a partir do século IV, quando passou a ser usado sistematicamente no transporte de mercadonos e pessoas pelo deserto com uso do camelo, o deserto do Saara deixou seu um mar de areia que separava os povos do sável dos povos da bacia mediterrânica, e tornou-se uma ponte que uma as duas regiões
A formação dos impérios Gana e Mali
    A partir do século VII, com a expansão do islamismo os berberes do deserto foram islamizados e, enquanto levaram e traziam suas mercadorias difundiram  o islamismo entre os povos negros da África ocidental foi justamente nessa região que se formaram dois importantes impérios africanos sudaneses o de Gana (século VI ao XIII) e O Mali (séculos XIII ao XV) que apresentaremos a seguir
        



            A importância dos rios
     Os rios permitem que os povos do sahil tivessem agua para suas necessidades básicas e também para fertilizar a terra e cultivar cereais legumes e verduras
     Esses rios também serviam como via de locomoção e transporte em canoas ágeis feitas com troncos de arvores, os povos de sahel transportavam em cargos que chegavam em lombos de camelos dos pertos do mar mediterrâneos ou que para lá seguiam.

Colégio Estadual Serrafim de Carvalho

Alunos: Roberto, Lucas e Cleuber

O império de Sahel



Sahel é o nome que se dá a longa faixa de terra Africana que vai desde o Oceano atlântico até o mar vermelho.Ela esta limitada pelo deserto do Saara , ao norte , e a floresta tropical úmida ao Sul. O Sahel , formado em grande parte por savanas e cerrados , é uma área de acupaçao antiga.
O deserto do Saara era habitado por povos nômades chamados de berberes. Esses povos, como os azenegues e os tuaregues (e seus oásis)  , controlavam as rotas comerciais que ligavam o Sahel ao Norte Africano e á bacia mediterrânica.

Oásis – lugar raro do deserto onde tinha agua , la construiam casas ao redor , muitos coqueiros e etc.

No Sahel e nas terras ao sul dessa faixa viviam povos negros chamados genericamente de sudaneses , como os bambaras, os fulasd , os mandingas , os Hauçás , entre outros , A região do Sahel era chamada no passado de Sudão que significa “terra de negros”

Alunas : Ricarla Ferreira Fernandes
               Neiliane Silva Apolinário

Turma: 2 ano C 

Ferro de passar

Ferro De Passar
    
    Vejo varias pessoas mais antigas dizendo como era que eles passavam as roupas a anos atrás, dizem que eram um ferro pesado que precisava de brasa, pois naquela época a energia não era tão avançada, e nem era todos que tinha luz. É muito bom ficar ouvindo essas Histórias, pois muitas vezes a gente usa algum objeto ou algo do tipo e nem imaginamos que por trás daquele belo instrumento teve toda uma história, toda uma evolução.
      Em minha opinião, hoje em dia dificilmente voltariam a usar um Ferro de passar “Antigo” ,pois a tecnologia hoje em dia está cada vez mais avançada, e as pessoas prefere coisas mais praticas.

História
    O ferro de passar é um instrumento que começou a ser utilizado a centenas de anos. Desde o século IV já existiam meios de se passar as roupas principalmente as femininas. Os chineses foram os primeiros a utilizar uma forma rudimentar desse instrumento, consistia em uma panela cheia de carvão em brasa, e manuseada através de um cabo comprido, a fim de obter o resultado desejado. Nos séculos seguintes, no ocidente passaram a usar a madeira, o vidro ou o mármore como matéria-prima desse instrumento. Eles eram utilizados a frio, uma vez que até o século XV as roupas eram engomadas, o que impossibilitava o trabalho a quente.

    No entanto, o ferro de passar roupa propriamente dito na forma mais parecida com o que temos hoje, tem suas primeiras referências a partir do século XVII, quando o ferro a brasa passou a ser usado por uma escala maior de pessoas. No século XIX surgiram outras variedades desse instrumento, como o ferro de lavadeira, o de água quente, a gás e a álcool. Em 1882, o americano Henry W. Seely criou a patente do ferro de passar elétrico, algum tempo depois em 1926 mais precisamente, surgiu o ferro a vapor.

     Apesar de o ferro elétrico ter sido uma ótima invenção, na época de seu lançamento ele não obteve o sucesso esperado, pois a maioria das residências daquela época não dispunha de energia elétrica, e as que contavam com esse recurso somente podiam usar o novo instrumento à noite, porque durante o dia as empresas de distribuição de energia suspendiam seu fornecimento à população. Para não alterar os hábitos da atividade doméstica, a população preferia continuar usando os mesmo recursos utilizados até então. Porém, com a melhoria no fornecimento de energia elétrica, o produto se tornou um eletrodoméstico indispensável em qualquer residência. No Brasil a nacionalização desse produto ocorreu somente durante a década de 1950; antes disso, o abastecimento do nosso mercado interno era feito através da importação.

     Outra invenção semelhante, mas que não agradou, pelo certo perigo que oferecia a quem o manuseasse, foi um modelo de ferro de passar aquecido por uma lâmpada. Em 1892 surgiram os ferros de passar com resistência. Eles eram mais práticos, eficientes e seguros, pois aliavam limpeza ao controle de temperatura, e podiam ser usados em qualquer lugar que dispusesse de eletricidade, além disso eram oferecidos aos interessados a preços acessíveis.

      Com a expansão da rede de distribuição elétrica, e por sua facilidade de produção e montagem, o ferro elétrico continuou despertando o interesse das donas de casa em tê-lo e usá-lo em seus afazeres domésticos. Em 1924 surgiu o termostato regulável, o que passou a evitar a queima das roupas, e dois anos mais tarde surgiria o ferro a vapor. A partir da década de 1950 os fabricantes começaram a abastecer o mercado com uma grande variedade de ferros de passar, disponibilizando modelos capazes de atender o gosto e preferência dos consumidores.

NOME: Keciane Rodrigues Silva
Escola: Estadual Serafim de Carvalho
Professor (a): Hélio Bonifacio
Serie: 1ºA






CANGACEIRO E CANGAÇO

Os cangaceiros e o cangaço eram um bando de homens armados que viviam de assaltos e saques, eles atuavam nas áreas da caatinga (Polígono das  Secas) no interior do Nordeste.
O cangaço, uma forma de banditismo, se desenvolveu no Nordeste e variou com o tempo.

CANGAÇO DEPENDENTE: Do século XVIII ao final do século XIX predominou-se o cangaço dependente, onde os cangaceiros viviam armados sob a proteção de um fazendeiro. Eles entravam em guerra com os índios ou posseiros para tomar as terras e instalar fazendas de gado.

CANGAÇO INDEPENDENTE: Já entre 1896 e 1940 desenvolveu-se no Nordeste outra modalidade do cangaço, chamado de cangaço independente, onde os bandos começaram a agir por conta própria, sobrevivendo da mesma forma, de assaltos e saques, eles não ficavam no mesmo lugar e viviam em luta constante com a policia. Os líderes mais importantes do cangaço foram: Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino, Sinhô Pereira e Lampião. Sendo Lampião o mais conhecido deles por sua ousadia, organização, duração de seu bando, capacidade de fazer alianças e por ter atuado numa extensa área do Nordeste. 

URBANIZAÇÃO E IMIGRAÇÃO

Após a abolição da escravatura 1888, o governo brasileiro incentivou a entrada de imigrantes europeus em nosso território. A partir de 1890 a 1930 com um processo de industrialização da primeira republica teve uma forte imigração para o Brasil de italianos, portugueses, sírio libanês e etc. Com a necessidade de mão-de-obra qualificada, para substituir os escravos, milhares de europeus chegaram para trabalhar no interior de São Paulo, nas indústrias e na zona rural do sul do país. Eles estavam em busca de melhores condições de vida e de trabalho. O país que mais forneceu imigrantes para o Brasil e suas fazendas de café foram à Itália. Dois terços dos imigrantes chegados a São Paulo foram empregados nas plantações de café. Um contrato de trabalho padrão era preparado pelo escritório de imigração. Tratava-se de um contrato de um ano.

ALUNOS: William, LEONARDO E WEVERTON.

SERIE: 3º ANO A

O Movimento Operário Brasileiro‏

INTRODUÇÃO
Ao final do século XIX, seguindo a conjuntura europeia de transformações, aconteceram algumas mudanças no Brasil. A expansão do pensamento republicano/liberal para a América do Sul colocou em contestação várias das antigas estruturas conservadoras, que foram ruindo até a proclamação da república. Em 1888 houve a libertação dos escravos, no entanto, a instituição da escravidão, forjada durante mais de dois séculos no Brasil, já entrava em crise alguns anos antes da assinatura da lei de libertação.
A proclamação da república trouxe mudanças estruturais, mas não significou muito ao povo, que permaneceu às margens da modernização trazida da Europa. O resultado dessa exclusão foram algumas revoltas populares ocorridas até o início do século XX. Tais revoltas, ainda que possuíam um caráter de classe social, não possuíram tendências ideológicas capazes de sistematizá-las e organizá-las com consciência de classe bem definida. Foram revoltas espontâneas, resultado da precarização da vida do povo com as novas estruturas que surgiam.
A primeira década do século XX apresentou certa transformação nas lutas populares brasileiras, que assumiram um novo nível organizacional e teórico, e também foram consequência da importação de pensamentos socialistas, que chegaram ao Brasil através da imigração europeia, impulsionada pelo Estado brasileiro nos primeiros anos da república.
Imigração, fator essencial para a formação do movimento operário no Brasil
Entre 1884 e 1903, o Brasil recebeu mais de um milhão de italianos, mas também vinham alemães, austríacos, poloneses, espanhóis e portugueses. Para trabalhar nos modestos “centros industriais” que surgiam onde as estradas de ferro mantinham oficinas mecânicas, preferia-se contratar estrangeiros em vez do proletário local, que era na grande maioria analfabeto e raramente demonstrava espírito de iniciativa.
Em 1900 cerca de 90 por cento da força industrial de São Paulo, ainda reduzida, era composta de estrangeiros. Em 1912, depois que o primeiro grupo de geradores elétricos ajudou a impulsionar a indústria nascente de São Paulo, 31 fábricas têxteis daquele estado empregavam 10.184 trabalhadores, dos quais 8.341 eram estrangeiros (6.044 nascidos na Itália). É de presumir que nessa época muitos de 1.843 trabalhadores já nascidos no Brasil fossem descendentes de imigrantes.
Além das péssimas condições de trabalho, os trabalhadores se deparavam com a união entre a elite e as forças do Estado para manter a lei e a ordem favoráveis à gerência das companhias. Aos trabalhadores que viriam a opor-se a essas forças, não faltaram oportunidades para ouvir falar das ideias socialistas, muitas vezes expostas por escritores e companheiros de trabalho que a elas se devotaram antes de deixar o sul da Europa. Eram ideias que convenceram os governos do sul da Europa a encorajar o êxodo de elementos “radicais” dos seus países.

O MOVIMENTO OPERÁRIO BRASILEIRO
Os comunistas participam da organização trabalhista
Entre os socialistas que aportaram no Brasil, encontravam-se italianos veemente contrários à implantação de um sistema monárquico na Itália, e que, por este motivo, foram encarcerados em sua terra natal, ao lado dos anarquistas. Unidos aos intelectuais brasileiros, admiradores do socialismo, os comunistas estrangeiros participaram de inúmeras tentativas de organizar um partido político para os trabalhadores. Estes comunistas viram-se prejudicados pelo número reduzido do proletariado urbano e pela condenação intransigente, por parte dos anarquistas, da construção de um partido político para disputar os aparatos do Estado.
Organizado pela tendência marxista, no dia 1º de agosto de 1892, realizou-se o Primeiro Congresso Socialista Brasileiro, no Rio de Janeiro, capital federal. Sua única contribuição, no entanto, foi fazer com que o congresso seguinte passasse a ser conhecido como o Segundo Congresso Socialista Brasileiro, realizado em São Paulo, em maio de 1902. O Segundo Congresso Socialista Brasileiro aprovou, então, a organização do Partido Socialista Brasileiro. Este, porém, desapareceria em pouco tempo, como aconteceu com os outros partidos socialistas fundados anteriormente.
O Partido Socialista Brasileiro, no manifesto que publicou após o encerramento do Segundo Congresso, convocava a organização do operariado em um partido de classe para a tomada do poder político, ou seja, indicava a disputa do Estado para a construção de reformas, em conjunto com a classe dominante.
O Sindicalismo
Começando antes de 1900, os militantes promoveram a formação de sindicatos, muitas vezes chamados “ligas operárias”, “uniões profissionais” ou “associações de resistência”. Existiam já, nessa fase, algumas entidades trabalhistas beneficentes, ou seja, possuíam um caráter de solidariedade, não de organização e luta. Uma parte da missão dos militantes foi de transformar tais entidades de beneficência em bases sindicalistas, de objetivos mais amplos. Os militantes encontraram um proletariado local de escassa remuneração, com horário de 10 e 12 horas, e tratamento grosseiro. Para auxiliar no trabalho de diálogo com os trabalhadores, foi criada a imprensa proletária, com o objetivo de produzir jornais divulgando o pensamento socialista e a necessidade de o trabalhador se organizar para melhorar sua condição de vida. A maioria dos periódicos sobreviviam por pouco tempo, devido as dificuldades financeiras e a repressão sofrida, que obrigava o fim das atividades.
Até o ano de 1908, os trabalhadores conseguiram organizar algumas greves, que trouxeram conquistas vitoriosas para os proletários, ainda que em pequeno número. A partir dessa onda de greves, o Congresso Federal estudou um projeto de lei para expulsar os estrangeiros recalcitrantes, elaborada por Adolfo Gordo. No ano de 1906, foi convocado no Rio de Janeiro o primeiro Congresso Operário Brasileiro, pela Federação das Associações de Classe. No Congresso foi lançada a disputa da reconstrução do Partido Socialista, pelos comunistas, enquanto os anarquistas defenderam a posição da construção de uma Confederação através do sistema federativo, aos moldes da CGT francesa. Foi a partir desse congresso que surgiu a COB (Confederação Operária Brasileira), que considerou como única base sólida de acordo e de ação os interesses econômicos comuns a toda a classe operária.
No ano seguinte, o poder executivo do governo federal sancionou as duas resoluções decretadas pelo Congresso Nacional, relativas à organização trabalhista. O Decreto 1637 exigia que os sindicatos depositassem em dia seus estatutos em cartório, acompanhados de uma lista de nomes dos membros da diretoria, só podendo fazer parte da mesma, brasileiros natos, ou cidadãos naturalizados e residentes no país há mais de cinco anos. Assim, o Estado iniciava suas medidas de
controle sobre os sindicatos, que seriam complementadas mais tarde, com a institucionalização total dos sindicatos, durante o Estado Novo. O Decreto 1641 (a “lei Adolfo Gordo”) regularizava a expulsão, de parte ou de todo o território nacional, dos estrangeiros que comprometessem a segurança nacional ou a tranquilidade pública.
Ainda que tenha sido criada em 1906, a COB só foi organizada realmente em março de 1908, no Rio de Janeiro. A primeira fase da COB só duraria até dezembro de 1909, e durante esse período, a principal atividade realizada foi a promoção de comícios contra uma propalada guerra entre o Brasil e a Argentina. Também organizou comícios de protesto contra a execução do ateísta Francisco Ferrer. Durante os anos de 1910, 1911 e parte de 1912, a COB e as federações operárias não tiveram grande atuação.
A Federação Operária do Rio de Janeiro foi revigorada por uma reunião de vários líderes sindicalistas, em maio de 1912. A partir daí, organizou um comício de protesto contra as atrocidades policiais ocorridas no Estado de São Paulo e, no início de outubro, reuniu líderes trabalhistas do Rio, com o propósito de reativar a COB e iniciar a construção do segundo congresso operário brasileiro.
Foi nesse período também que, sob o patrocínio do governo, foi organizado um congresso trabalhista, com o fim de formar um partido político. Para esse congresso, foi fornecido pelo governo o transporte gratuito para o Rio aos representantes credenciados, assim como foi colocado à disposição do congresso o Palácio Monroe. A principal resolução do congresso foi a de constituir a Confederação Brasileira do Trabalho (CBT). A CBT se incumbiria de promover, por todos os meios eficazes, um longo programa de reivindicações operárias: a jornada de oito horas; a semana de seis dias; a construção de casas para operários; a indenização para os acidentes de trabalho; a limitação da jornada para mulheres e menores de 14 anos; contratos coletivos, ao invés de contratos individuais; seguro obrigatório para os casos de doença; pensão para a velhice; fixação de salário mínimo; reforma dos impostos públicos; a obrigação da instrução primária e etc. Os delegados aprovaram o programa e a formação de um partido político operário, que teria o nome de Confederação Brasileira do Trabalho.
A criação de um congresso para a construção de um partido, impulsionada por membros do governo, embora tenha recebido apoio da ala comunista, que há muito tentava impulsionar um partido político para ações reformistas, foi totalmente rechaçada pela Federação Operária do Rio de Janeiro e pela Comissão Reorganizadora da Confederação Operária Brasileira (COB). Em fins de 1912, a comissão convocou aqueles que estivessem de acordo com as bases firmadas no primeiro Congresso Operário Brasileiro, para o Segundo Congresso Operário, que ocorreria no Rio de Janeiro.
Em janeiro de 1913, antes de se dedicarem integralmente à realização do anunciado congresso, foi declarada a reconstituição da COB, e o ano foi marcado por comícios de protesto. Enfim, a COB estava se reorganizando e, enquanto isso, eclodia a guerra na Europa, trazendo consequências graves para os trabalhadores no Brasil, que já sentiam com o aumento dos preços dos alimentos, e agora muitos se deparavam com o desemprego.
A greve de 1917
Em 1913 os trabalhadores protestaram contra a carestia da vida. Em 1914 seu protesto foi contra o desemprego. Mas, à medida que o prolongamento da guerra na Europa estimulou a procura de matérias-primas e dos gêneros alimentícios, os preços subiram novamente em 1915, 1916 e 1917. Os preços dos gêneros alimentícios continuaram subindo durante os seis primeiros meses de 1917. Artigos de primeira necessidade tendiam a custar de 20 a 150 por cento mais caro do que no ano precedente.
Com a miséria vivida pelos trabalhadores, diversas greves começaram a eclodir em São Paulo, a partir de junho de 1917. Calculava-se que lá pelo dia 12 de julho, o número de grevistas na cidade de São Paulo se elevara de 15 para 20 mil operários. Os assaltos aos bondes da Companhia Light & Power levaram-na a suspender o tráfego de seus veículos, ao mesmo tempo que o grande número de depredações obrigava o fechamento de todo o comércio.
Após diversos conflitos e até mortes, uma multidão operária decidiu que o movimento grevista só terminaria quando as 11 reivindicações comuns fossem atendidas. Os industriais concordaram em elevar os salários em 20 por cento; a melhorar as condições de trabalho; a não dispensar nenhum empregado grevista; e a respeitar o direito dos operários de se organizarem em associações. O governador concordou em libertar os operários presos por motivos relacionados à greve e reconheceu o direito de reunião. Depois do anúncio dos acordos, os operários se reuniram em um comício no qual ficou resolvido que os operários retornariam ao trabalho em todas as indústrias cujos dirigentes aceitassem as bases do acordo firmado pelo Comitê de Defesa Proletária.
No Rio de Janeiro, calculava-se que 50 mil operários estavam em greve na manhã de 23 de julho, e a quantidade ampliou ainda mais, com a adesão de 20 mil metalúrgicos e outras categorias. Nos últimos dias de julho, diversos acordos foram efetuados. Com o acordo entre os representante dos operários das fábricas de tecido com o Centro Industrial do Brasil, a greve geral carioca chegou ao ponto final. O acordo estabelecia a semana máxima de 56 horas e um aumento de 10 por cento nos vencimentos.
A greve de 1919
Com o fim da Primeira Guerra Mundial, uma segunda fase da onda de greves, iniciadas em 1917, abalou o país até 1921 e, após as notícias da vitória do proletariado na Rússia em 1917, o movimento grevista, principalmente as lideranças dos trabalhadores, tinham maiores esperanças nas lutas, não apenas com uma perspectiva reivindicativa.
No ano de 1919, houve novamente uma greve tão ampla quanto a ocorrida no ano de 1917. Em São Paulo, algumas publicações afirmavam mais de 50 mil trabalhadores em greve. O movimento grevista daquele ano tomaria maiores proporções, se alastrando para diversas cidades de todo o país e não apenas São Paulo e Rio de Janeiro, onde havia maior mobilização da classe trabalhadora. Também houveram greves na Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Foi através da greve daquele ano que os trabalhadores brasileiros conseguiram conquistar a redução da jornada de trabalho para 8 horas.
A CONSTRUÇÃO DO PCB
A Conjuntura internacional e o surgimento do PCB
A vitória dos trabalhadores na Rússia, em 1917, guiados pela teoria marxista/leninista foi um dos fatores fundamentais para aumentar a influência do comunismo no movimento proletário brasileiro. Através daquele evento histórico vários trabalhadores se apegaram ao pensamento comunista, inclusive muitos anarco-sindicalistas deixaram de lado a concepção anarquista, acreditando que seria possível construir a revolução no Brasil logo em seguida ao processo na Rússia, através da construção de um Estado proletário.
No ano de 1922, no Rio de Janeiro, realizou-se o Congresso que fundou o PCB (Partido Comunista Brasileiro). Apesar da pouca repercussão do congresso de fundação, já em junho de 1922 o governo de Epitácio Pessoa colocou o partido na ilegalidade, condição em que passaria a maior parte de sua existência.

Therly Martins, Laura Silva e Ana Emília 
3º B

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Império do Gana


Conhecido também como Imperio Uagadu, foi o Nome dado a um Antigo estado na África.
O nome Gana deriva do título atribuído aos seus soberanos, mas pelos habitantes locais, significando "país dos rebanhos". Os soninquês chamavam sua região de Wagadu, mas os berberes (povos do Magreb), que chegaram ali no século 8, a chamavam de Ghana, pois era esse o título do rei da região (ghana: "rei guerreiro"). Por muito tempo, o deserto do Saara dificultou o acesso dos povos do norte da África ao interior desse continente. Uma viagem do Magreb (região africana banhada pelo mar Mediterrâneo, exceto o Egito)  até a bacia do rio Níger poderia durar até 4 meses em pleno deserto. Dessa forma, enquanto o norte da África  estava inserido no comércio entre diversos povos desde a Antiguidade  (gregos, romanos, fenícios, cartagineses, líbios, persas, egípcios, árabes), o reino de Gana, na África Subsaariana (ou África Negra),  pôde se desenvolver isoladamente. Somente quando os árabes conquistaram o Magreb e introduziram o camelo como animal de transporte foi possível a viagem através do deserto.  A partir de então, os reinos e as grandes riquezas da África Negra passaram a fazer parte do comércio internacional do Mediterrâneo. Gana já era um reino rico antes da chegada dos comerciantes do norte, e são os documentos deixados por esses comerciantes (árabes e berberes) que nos informam o que foi Gana, e relatam um império extraordinário, também chamado de Terra do Ouro. O império de Gana tinha como capital Kumbi-Saleh. Dessa cidade, o rei e seus nobres controlavam povos vizinhos, obrigando-os a pagar impostos em troca de proteção. Entre os séculos 9 e 10, Gana viveu seu apogeu, sendo um dos mais ricos reinos do mundo, segundo Ibn Haukal, viajante árabe da época. Com o processo de islamização dos povos africanos (os primeiros convertidos foram os berberes), o Império de Gana (que se recusava a se converter ao Islã)  foi perdendo força, até que em 1076 os almorávidas (dinastia berbere) conquistaram e saquearam Kumbi-Saleh, transformando a cidade em um reino tributário. A partir daí, todo império se fragmentou, o que possibilitou as incursões de vários povos vizinhos, um deles os sossos, que passaram a controlar várias regiões do antigo império.

Miriam Assunção e Vanessa

Os Portugueses no Rio de Janeiro.


     Eles foram separados pelo Oceano Atlântico, Brasil e Portugal que uniu pela língua e pelas levas de portugueses e foram atrás de um fluxo contínuo em toda nossa história. Eles ficaram nas maiores cidades brasileiras como Rio de Janeiro , São Paulo e Salvador e a maioria era pobre do norte e nordeste de Portugal e eles iam em busca de uma vida melhor para depois voltar e buscar suas famílias. Eles chegavam e montavam comércio como artesãos, sapateiros, ferros, alfaiantes e etc.
Hélio Bonifácio. Prof. De História.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A POLÍTICA DOS GOVERNADORES


           Praticas favorável: Troca de favores e corrupção eleitoral entre governantes do mesmo partido e alianças oligarquias estadual para ligar estas ações ao presidente da republica. As oligarquias estaduais, federais e municipais ajudavam a eleger representantes favoráveis ao representante da republica. Este por sua vez retribuía o favor liberando verbas, benefícios e dando apoio politico a eles. Esse esquema politico que ligava as alianças juntamente ao presidente da republica foi concebido pelo mesmo `CAMPOS SALES` e recebeu o nome de Politica dos Governadores.
             Para garantir o sucesso dessas politica o mesmo aumenta também o controle do presidente da republica sobre comissão de verificação de poderes. Esse órgão era responsável pela diplomação dos candidatos eleitos.  Somente os governantes são fieis ao governo estes eram diplomados e empossados, e se fossem da oposição eram excluídos e não tinham  como agir e eram impedidos de tomar posses. No entanto as oligarquias mantinham-se no poder por meio de alianças e trocas de favores que uniam regiões Municípios, Estados e Governo Federal.
       O ponto de vista das alunas e a respeito da troca de favores e corrupção eleitoral entre presidentes da republica governantes aliados. O presidente exerce um cargo de grande valor no meio politico, e sem esse poder oferece regalias aos seus partidários, regalias essas da população cobrada pelos impostos altíssimos em nosso país. Queremos que esses favores, benefícios apoios políticos e verbas altíssimas  sejam cortadas por essas alianças partidárias de nosso congresso nacional. Queremos justiça, liberdade de expressão e o mais importante, apoio da população para combatermos a esses malefícios para com a sociedade.


Colégio Estadual Serafim de Carvalho
Professor: Helio Bonifácio
Alunas: Alice Verdinassi Stelle e Erlaine Faria Nunes

Serie: 3º A

As fontes da história africana.



A história da África subsaariana começou entre o século VII e XVI e é conhecida por quatro tipos de fontes principais: 
- fontes escritas africanas; 
- fontes arqueológicas; - fontes orais;
- fontes escritas árabes.
• Fontes escritas africanas: essa documentação está relativamente escassa . Porque na época os registros eram mais orais.
• Fontes arqueológicas: as escavações vem crescendo nas últimas décadas.
• Fontes orais: relatos que chegaram até nós por meio dos griots, que transmitem e conservam canções e histórias de seu povo.
• Fontes escritas árabes: invasão dos árabes que relataram sobre a África.
Alunas: Laura Beatriz e Michele
2° A

Hélio Bonifácio. Prof. De História.