quarta-feira, 15 de abril de 2015

O Mali de Sundiata Keita



No poder, Sundita converteu - se ao Islamismo e assumiu o titulo de mansa. Os historiadores atuais entendem que ele e outros  lideres africanos da época se converteram a fim de participar do comércio, que era controlado, em grande parte, pelos árabes muçulmanos.

Aluno: Bruno Ferreira da Silva


O islamismo africano uma região mista

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No século VII os árabes muçulmano conquistaram terras no norte da Africa e difundiram esse povo chamado genericamente de islamismo entre os povos do deserto que só viviam o islamismo entre os povos do deserto que la viviam. Esses povos, chamados genericamente de berberes, controlavam as rotas comerciais que atravessavam o Saara e ligavam o Sahel ao norte africano e à bacia do mediterrâneo.
Enquanto comerciavam produtos como ouro, cobre e sal, os berberes difundiram a religião islâmica entre os povos negros da Africa ocidental pelo Islamismo, que se formou um centro de poder extenso e duradouro-o império do Mali, também conhecido como Império Mandinga.

Aluno: Mateus
Professora:Vicemara



Griots


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Os Griots eram responsáveis em guardar histórias, canções e conhecimentos de seu povo. O Corgo Griot era passado de pai para filho, existem vários tipos de Griots: Os Griots Músicos responsáveis por cantar e tocam instrumentos e responsáveis por apresentar canções de seu povo e também os Griots contadores de historias responsaveis por preservar histórias.
Os Griots eram procurados por muitos reis africanos para serem como professores para o conhecimento sobre plantas e historias e danças.


Aluno: Matheus Siqueira

A formação de um Império



Contam os Griots que no inicio do seculo XIII na África ocidental, os malineses viviam sob o domínio do povo Sosso, cujo governante de nome Samanyru os oprimiu violentamente. Certo dia , os malineses se,  rebelaram e liderado pelo príncipe  Sundiata Keita , venceram seus opressores, na batalha de Kerino em 1235.


Aluno: Ketlyn 7 ano.
Frofessor: Vicemara

O Mali de Sundiata Keita



Os historiadores atuais entendem que ele e outros lideres africanos da época se converteram a fim de participar do comércio, que era controlado, em grande parte, pelos árabes muçulmanos.
Para melhor administra-lo, dividiu-o em províncias e, para protege-los dos ataques dos berberes, destacou sua capital para Niani, no sul do Mali. Nessa ultima, formaram-se duas grandes cidades: Djenné e Tonbuctu.

Tombuctu

Por Tombuctu passaram o sal e o ouro das minas malinesas, os tecidos e os grãos, a noz-de-cola das florestas.


Aluno: Gabriela Borges
Prof: Vicemara 7 ano.

domingo, 12 de abril de 2015

Brasil Colônia


REVOLUÇÃO RUSSA

Revolução Russa de 1917

A Revolução Russa de 1917 foi uma série de eventos políticos na Rússia, que, após a eliminação da autocracia russa, e depois do Governo Provisório (Duma), resultou no estabelecimento do poder soviético sob o controle do partido bolchevique. O resultado desse processo foi a criação da União Soviética, que durou até 1991.
No começo do século XX, a Rússia era um país de economia atrasada e dependente da agricultura, pois 80% de sua economia estava concentrada no campo (produção de gêneros agrícolas).

Rússia Czarista

Os trabalhadores rurais viviam em extrema miséria e pobreza, pagando altos impostos para manter a base do sistema czarista de Nicolau II. O czar governava a Rússia de forma absolutista, ou seja, concentrava poderes em suas mãos não abrindo espaço para a democracia. Mesmo os trabalhadores urbanos, que desfrutavam os poucos empregos da fraca indústria russa, viviam descontentes com o governo do czar.
No ano de 1905, Nicolau II mostra a cara violenta e repressiva de seu governo. No conhecido Domingo Sangrento, manda seu exército fuzilar milhares de manifestantes. Marinheiros do encouraçado Potenkim também foram reprimidos pelo czar.
Começava então a formação dos sovietes (organização de trabalhadores russos) sob a liderança de Lênin. Os bolcheviques começavam a preparar a revolução socialista na Rússia e a queda da monarquia.

A Revolução compreendeu duas fases distintas:

  • A Revolução de Fevereiro de 1917(março de 1917, pelo calendário ocidental), que derrubou a autocracia do Czar Nicolau II da Rússia, o último Czar a governar, e procurou estabelecer em seu lugar uma república de cunho liberal.

Czar da Rússia Nicolau II
  • A Revolução de Outubro (novembro de 1917, pelo calendário ocidental), na qual o Partido Bolchevique, liderado por Vladimir Lênin, derrubou o governo provisório e impôs o governo socialista soviético.

1º presidente do Partido Bolchevique e líder da União Soviética Vladmir Ilitch Ulianov
Lênin

O Governo Provisório e o Soviete de Petrogrado

O Governo Provisório iniciou de imediato diversas reformas liberalizantes, inclusive a abolição da corporação policial e sua substituição por uma milícia popular. Mas os líderes bolcheviques, entre os quais estava Lenin, formaram os Sovietes (Conselhos) em Petrogrado e outras cidades, estabelecendo o que a historiografia, posteriormente, registraria como ‘duplo poder’: o Governo Provisório e os Sovietes.
Lenin foi o primeiro dirigente da URRS. Liderou os bolcheviques quando estes tomaram o poder do governo provisório russo, após a Revolução de Outubro de 1917 (esta sublevação ocorreu em 6 e 7 de novembro, segundo o calendário adotado em 1918; em conformidade com o calendário juliano, adotado na Rússia naquela época, a revolução eclodiu em outubro). Lenin acreditava que a revolução provocaria rebeliões socialistas em outros países do Ocidente.
Ao expor as chamadas Teses de abril, Lenin declarou que os bolcheviques não apoiariam o Governo Provisório, e pediu a união dos soldados numa frente que viesse pôr fim à guerra imperialista (I Guerra Mundial) e iniciasse a revolução proletária, em escala internacional, idéia que seria fortalecida com a propaganda de Leon Trotski. Enquanto isso, Alexandr Kerenski buscava fortalecer a moral das tropas.
No Congresso de Sovietes de toda a Rússia, realizado em 16 de junho, foi criado um órgão central para a organização dos Sovietes: o Comitê Executivo Central dos Sovietes que organizou, em Petrogrado, uma enorme manifestação, como demonstração de força.