sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O IMPÉRIO DE GANA

TURMA: 2º ANO A
PROFESSOR: HÉLIO
ALUNO: ROMÁRIO NOVAES


Situado na África ocidental, ao norte dos rios Senegal e Niger, o império de Gana era conhecido como terra do ouro, tal a quantidade desse metal raro existente em suas terras.
O império de Gana foi fundado por volta do séc. VII. O rei e sua corte conseguiam recursos controlando as rotas comerciais e taxando as comunidades de agricultores, pastores e artesãos, mas a principal riqueza era o ouro.
O rei era chefe militar, ou seja, era o responsável pela repartição das terras auríferas e tinha direito de cobrar tributos sobre o ouro explorado.
Uma particularidade desse império africano é que ele não possuía fronteiras definidas. O soberano, cujo título era Gana exigia que as comunidades sob seu domínio, pagassem tributos e fornecessem guerreiros para suas forças militares.
No século IX durante seu apogeu, o império de Gana constituiu-se no principal fornecedor do ouro comercializado via Saara. A capital de Gana, Kumbi Saleh, espelhava essa riqueza em suas construções.
Os comerciantes viviam em uma cidade próxima à capital, na qual erguiam suas tendas e suas mesquitas graças a sua riqueza, o império de Gana mantinha um exército numeroso calculado por um viajante da época em 200 mil homens.
Para alguns historiadores, o que minou o poder do império de Gana foi a ofensiva dos berberes de religião muçulmana, que atacaram e saquearam sua capital em 1076.

Uma tese mais recente atribui a decadência de Gana ao esgotamento das minas de ouro e à formação de outros centros de produção aurífera e de poder, como o império de Mali.

Os Bantos



   Nas terras africanas ao sul do Sahel, abaixo da linha do equador, viviam e ainda vivem os bantos, povos com uma origem comum e que falam línguas aparentadas, pertencentes ao tronco Banto. Acredita-se que os bantos tenham se originado no atual Camarões e, a partir dali, se espalharam por toda a África Central e do Sul.

   Pode se dizer que os bantos eram povos agricultores, com domínio da técnica de produção do ferro, usado para fazer instrumentos de trabalho e armas de guerra, que os colocaram em vantagem sobre os povos que desconheciam a técnica da metalurgia.


Letícia Cardoso, João Vítor felizardo e Guilherme Vítor.. 2°B...
Hélio Bonifácio. Prof. De História.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O Comercio Pelo Saara


O Saara era o local de comercio dos povos do Sahel, norte africano e da bacia mediterrânia.Esse tipo de comercio era antigo e incluia ouro, sal e escravos. A partir da chegada dos europeus a África o comercio pelo Saara diminuiu consideravelmente.O camelo devido a sua resistência era o animal usado para o transporte das mercadorias. Através do comercio pelo Saara a religião islâmica foi difundida.Foi na região do Saara onde se formaram os imperios de Gana e de Mali.

Carolinne Teixeira e Nathiele Teixeira 2°B

Os Impérios Africanos do Sahel

Alunas: Djéssica Cunha, Eduarda Sousa. 
Turma: 2° ano B. "Matutino"
HISTÓRIA


    Sahel é o nome dado à longa faixa de terra africana que vai do oceano atlântico ao mar vermelho.
    O Sahel é formado por: 
- Cerrados 
- Savanas 
   Ele é uma área de ocupação antiga. O deserto do Saara era habitado por povos nômades que eram chamados de berberes.
    Os povos que controlavam as rotas comerciais como os Azenegues e os tuaregues.
    Sahel também era conhecido como terra de negros, povos como bambaras, fulas, mandingas , e outros habitavam Sahel.
    No comércio entre os povos negros do Sahel incluía ouro , sal e negros escravizados.
    O rio Níger tinha grande importância na existência desses impérios. E com isso o Níger e seus afluentes permitiram que os povos de Sahel tivessem água para suas necessidades e cultivações. Esse rio servia também para locomoções, e transportavam as cargas que chegavam em lombos de camelo.

O comercio pelo saara

Nome: Adriele e Ana Flávia
Serie: 2 "B"
Hélio Bonifácio. Prof. De História.


   O comercio pelo Saara

As escalas do comercio de pessoas do saara,era imcomparavelmente menos do que a que verificou após a chegada dos europeus. O campo,era um animal adaptado para aquela região os mercadores usam ele para transporta mercadorias e pessoas pelo deserto,possibilitou e insentivou o comercio transaariano a partir do séc. lV.Com o tempo o deserto do saara deixou de um mar de areia para passar a ser uma ponte que ligava sahel ao mediterráneo. A partir do séc.Vll,os berberes do deserto foram islamizados e enquanto eles transitaram pelo deserto com suas mercadorias,difundiram entre os povos negros da África ocidental.Nessa região se formaram dois grandes imperios africanos sudoneses:o de gana (séc Vl ao Xlll) e o do Mali (séc Xlll ao XV). O rio niger e seus afluentes permitiu que os povos do sahel tevem água para uso domestico e agricultura.

O Império da Gana

O Império da Gana


Situado na África Ocidental, o Império da Gana era conhecido como terra do ouro, pois existia grande quantidade desse metal em suas terras. Acredita-se  que o povo soninquê foram os fundadores do Império da Gana. A principal riqueza era o ouro, e o rei além de ser responsável pela repartição de terras auríferas também combravam tributos sobre o ouro explorado. Particularmente este Império Africano não possuía fronteiras. 
No século IX, o império de Gana tornou-se o principal fornecedor de ouro comercializado via Saara. 
A capital de Gana Kumbi Saleh, espelhava riqueza em suas construções , os comerciantes viviam em cidades próximas a capital, suas tendas e mesquitas funcionavam como casas de orações e culturas Islâmica. Além de sua riqueza o Império de Gana também tinha um numero exército. Existem duas teses de como o Império de Gana entrou em decadência , uma foi a ofensiva dos berberes de religião mulçumana que atacaram e saquearam seu capital, e a mais recente foi de que as minas de ouro esgotaram e a formação de outros centros de produção aurífera e de poder, como o Império do Mali.



ALUNAS : ANDREZA, ARYELLE 
TURMA: 2° B

Os impérios africanos do Sahel

Os impérios africanos do Sahel

Em nosso tema, entendemos que Sahel é definido como uma faixa de terra africana que se inicia desde o Oceano Atlântico até o mar vermelho. O território de Sahel é composto por savanas e cerrados, e é caracterizado pela habitação de povos nômades (berberes), sendo que os mesmos, controlavam as rotas comerciais, junto com outros povos, essas rotas de comércio ligava Sahel a outros lugares como: ao norte africano e à bacia mediterrânea. No Sahel existiam Também povos negros, que eram separados de alguns povos, vivendo em grande maioria nas terras ao Sul, chamados assim Sudaneses. No passado a região de Sahel era chamada de sudão, pela grande habitação de negros.

ALUNOS: Liandra Batista, Stéfane Pereira e Letícia Assis.

SÉRIE: 2°B

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O INPÉRIO DE GANA

O INPÉRIO DE GANA

O império de gana situava-se a oeste do continente africano sua capital era ,Kumbi Saleh espelhava a sua riqueza ( o ouro) em suas construções, como o palácio real onde o rei era o “chefe militar” e também o “mestre do ouro”, que dividia todas as terras auríferas do império de Gana e cobrava impostos sobre o ouro que era explorado em seu território. No século VII o povo vizinho soniquê acabou se rendendo ao poder militar do “mestre do ouro”, e foi assim que fundou-se o império de gana.
Graças á sua riqueza (através do ouro) o império de gana mantinha um exército numeroso de 200 mil homens.
Para alguns historiadores o império de Gana caiu com a ofensiva dos berberes de religião muçulmana que atacaram e saquearam a capital (kumbi Saleh) em 1076. Porem uma tese mais recente atribui a decadência ao esgotamento das minas de ouro e a formação de novos impérios como o império do Mali.
Alunas : Letícia Barros Rezende e Millena Fraga Santana. 2°c

Economia e sociedade dos congos

Economia e sociedade dos congos     

       Eles viviam principalmente da agropecuária, eles cultivavam legumes,verduras e fruta, suas criações eram bovinas, suínas e caprinos. As mulheres que cuidavam da agricultura, os homens abriam clareiras na mata com machados. Eles também se dedicavam ao artesanato, e várias ferramentas para o trabalho.

       O comércio era intenso, partiam de Mbanza (Congo), para o interior para buscar ou levar produtos como: o ferro e sal. As aldeias Lubatas e cidades  Mbanzas e pagavam tributos em espécie.




Alexandre Freitas, Daniel Ferreira, Lucas Gomes

Bantos Africanos

Bantos Africanos


   Nas terras africanas as sul do Sahel , abaixo da linha do equador , viviam e ainda vivem os bantos , povos com uma origem comum e que línguas aparentadas , pertencentes ao tronco Banto.

   Dos bantos se pode dizer que eram povos agricultores com domínio exemplo de produção do ferro , usado por eles para fazer instrumentos de trabalho e armas de guerra que os colocaram em vantagem sobre os povos que desconheciam a técnica da matalurgia.


Alunas: Letícia Gonçalves - Bianca Irina
Série: 2° ano - "A"

Reino de Gana


Mapa Império Mali
O Gana  foi provavelmente fundado durante os anos 300. Desde essa data até 770 os seus governantes constituíram a dinastia dos Magas, uma família berbere, apesar do povo ser constituído por negros das tribos Soninque. Em 770 os Magas foram derrubados pelos Soninques, e o império expandiu-se grandemente sob o domínio de Kaya Maghan Sisse, que foi rei cerca de 790. Nessa altura o Gana começou a adquirir uma reputação de ser uma terra de ouro. Atingiu o máximo da sua glória durante os anos 900 e atraiu a atenção dos Árabes. Depois de muitos anos de luta, a dinastia dos Almorávidas berberes subiu ao poder, embora não o tenha conservado durante muito tempo. O império entrou em declínio e em 1240 foi destruído pelo povo de Mali. Os soninkés habitavam a região ao sul do deserto do Saara. Este povo estava organizado em tribos que constituíam um grande império. Este império era comandado por reis conhecidos como caia-maga. Viviam da criação de animais, da agricultura e da pesca. Habitavam uma região com grandes reservas de ouro. Extraíam o ouro para trocar por outros produtos com os povos do deserto (bérberes). A região de Gana, tornou-se com o tempo, uma área de intenso comércio. Os habitantes do império deviam pagar impostos para a nobreza, que era formada pelo caia-maga, seus parentes e amigos. Um exército poderoso fazia a proteção das terras e do comércio que era praticado na região. Além de pagar impostos, as aldeias deviam contribuir com soldados e lavradores, que trabalhavam nas terras da nobreza. Apesar do nome, o antigo Império de Gana não é geográficamente relacionado com a moderna Gana. Fica a cerca de 400 milhas ao noroeste da atual Gana. Gana antiga englobava o que é hoje a Mauritânia do Norte e o moderno Senegal ao sul !       Situado na África ocidental ,o império de Gana era conhecida como terra do ouro . Por ter uma grande quantidade desse metal raro. Por volta do séc.VII o povo soninquê se impôs a vizinhos militarmente , assim fundou o império de Gana .
O rei era o chefe militar e também era o " mestre do ouro" , ele era responsável por repartir as terras auríferas , dessa forma tinha direito de cobrar o ouro explorado .
O rei soberano era chamado de Gana por isso o império possui esse nome .
 O império de Gana não tinha fronteiras definidas. E o rei Gana exigia que as comunidades em seu domínio tributos o que também fornecessem guerreiros para suas forças militares .
 No séc.IX , o império de Gana foi o principal fornecedor de ouro anualmente, Gana fornecia cerca de 2 a 9 toneladas de ouro , via ao mar mediterrâneo . Graças a essa grade riqueza o império de Gana tinha um grande exército calculado em cerca de 200 mil homens .
 A democracia de Gana foi pelo esgotamento dessas minas de ouro e pela formação de outros centros auríferos e de poder como o império de Mali .

Alunos: Lucas Serrano, Hueviley Caroline, Marco Tulio Batista, e Luiz Gustavo 2 ano "C"

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Guerra de Canudos


A chamada Guerra de Canudosrevolução de Canudos ou insurreição de Canudos, foi o confronto entre um movimento popular de fundo sócio-religioso e o Exército da República, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no Brasil.

O episódio foi fruto de uma série de fatores como a grave crise econômica e social em que encontrava a região à época, historicamente caracterizada pela presença de latifúndios improdutivos, situação essa agravada pela ocorrência de secas cíclicas, de desemprego crônico; pela crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.


Inicialmente, em Canudos, os sertanejos não contestavam o regime republicano recém-adotado no país; houve apenas mobilizações esporádicas contra a municipalização da cobrança de impostos. A imprensa, o clero e os latifundiários da região incomodaram-se com uma nova cidade independente e com a constante migração de pessoas e valores para aquele novo local passaram a acusá-los disso, ganhando, desse modo, o apoio da opinião pública do país para justificar a guerra movida contra o arraial de Canudos e os seus habitantes.


Aos poucos, construiu-se em torno de Antônio Conselheiro e seus adeptos uma imagem equivocada de que todos eram "perigosos monarquistas" a serviço de potências estrangeiras, querendo restaurar no país o regime imperial, devido, entre outros ao fato de o Exército Brasileiro sair derrotado em três expedições, incluindo uma comandada pelo Coronel Antônio Moreira César, também conhecido como "corta-cabeças" pela fama de ter mandado executar mais de cem pessoas na repressão à Revolução Federalista em Santa Catarina, expedição que contou com mais de mil homens. A derrota das tropas do Exército nas primeiras expedições contra o povoado apavorou o país, e deu legitimidade para a perpetração deste massacre que culminou com a morte de mais de seis mil sertanejos. Todas as casas foram queimadas e destruídas.


Canudos era uma pequena aldeia que surgiu durante o século 18 às margens do rio Vaza-Barris. Com a chegada de Antônio Conselheiro em 1893 passou a crescer vertiginosamente, em poucos anos chegando a contar por volta de 25 000 habitantes. Antônio Conselheiro rebatizou o local de Belo Monte, apesar de estar situado num vale, entre colinas.


A situação na região, à época, era muito precária devido às secas, à fome, à pobreza e à violência social. Esse quadro, somado à elevada religiosidade dos sertanejos, deflagrou uma série de distúrbios sociais, os quais, diante da incapacidade dos poderes constituídos em debelá-los, conduziram a um conflito de maiores proporções.



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

De volta para o futuro


Reflita e responda

Se você tivesse uma maquina do tempo, para que época você iria.
O que você faria neste lugar e época.
Você tentaria mudar o passado? Como?
Como você imagina o mundo daqui a 30 anos.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O berço da Humanidade

http://revistaescola.abril.com.br/pdf/reinos-africanos.pdf?utm_source=redesabril_fvc&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_novaescola&

EUA for África



Nós Somos o Mundo
 Chega o momento em que ouvimos um certo chamado
Quando o mundo deve se unir como um
Há pessoas morrendo
E é tempo de dar uma mão para a vida
O maior presente de todos
Nós não podemos continuar fingindo todos os dias
Que alguém, em algum lugar, em breve fará uma mudança
Somos todos parte da maravilhosa grande família de Deus
E a verdade, você sabe, amor é tudo que nós precisamos
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que deixam o dia mais brilhante
Então, vamos começar a doar
Há uma escolha que estamos fazendo
Estamos salvando nossas próprias vidas
É verdade, nós faremos um dia melhor
Só você e eu

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

O que é História



A palavra história  tem origem grega e significa conhecimento por meio de uma indagação e deriva de histor: “sábio ou conhecedor”. Alguns estudiosos deram definições diferentes para história, como o filósofo e escritor alemão Johann Gottfried Von Herder, para o qual a história é o estudo do passado, o historiador francês Marc Bloch definiu como sendo a ciência dos homens no transcurso do tempo, já o francês Lucien Febvre define a história como o processo de mudança contínua da sociedade humana.

Para o escritor e lexicógrafo brasileiro, Aurélio Buarque de Holanda, história é a “narração metódica dos fatos notáveis ocorridos na vida dos povos, em particular, e na vida da humanidade, em geral”. Para Sérgio Buarque de Holanda, historiador e sociólogo, “a história é o estudo do que os homens do passado fizeram, da maneira pela qual viviam, das idéias que tinham”.
Tomando como base os conceitos apresentados acima, pode-se deduzir que a História é a soma do estudo dos costumes do passado, com a descrição dos fatos ocorridos, mostrando como era a vida dos povos que vieram antes de nós. Para que isso possa ser feito, é necessário que pessoas especializadas, os historiadores, entrem em cena. Seu trabalho consiste em estudar documentos, registros, vestígios e marcas deixadas pelos povos que viveram no passado.
Os povos do passado não deixaram vestígios com a finalidade exata de orientar os pesquisadores do futuro, mas cada pesquisador, através da análise de documentos e vestígios históricos, cria sua própria versão daquilo que pode ter sido o estilo de vida e a situação de um determinado povo, em determinada época. Os documentos são a principal fonte de informações para qualquer pesquisador, pois trazem relatos de situações cotidianas e especiais, que podem dar uma idéia aproximada de como era a vida dos povos antigos.
Outra forma de buscar a história de determinado povo é através das diversas formas de expressão cultural como contos, lendas e fábulas. São as chamadas fontes orais, nas quais, muitas vezes, ocorre entrevistas com pessoas mais idosas, que tiveram acesso às informações, que passaram de geração a geração.
Grande parte das fontes históricas encontra-se em museus, bibliotecas, igrejas, universidades e galerias de artes. Assim, mesmo o público que não trabalha com história, pode ter acesso às informações que o ajudará a entender, mesmo que de forma simples, como era a vida e os costumes de determinado povo, em determinada época.
Fazer história é buscar informações do passado, para explicar aos povos atuais o que aconteceu, como era o cotidiano das pessoas, o que faziam, o que sabiam e no que acreditavam os povos do passado.
Fonte:
Mota, Myriam Becho. História : das cavernas ao terceiro milênio / Myriam Becho Mota, Patrícia Ramos Braick. – 1ª Ed. – São Paulo: Moderna, 2005.